Sinto-me estranha, meio cansada, meio sem vontade de fazer nada.
aqui na frente do computador, mal tenho forças para atender um telefone que toca sem parar. Estou em um estado lamentável.
O tempo está quente, sei lá,e eu aqui, soando feito um São Bernardo no Deserto do Saara. Com o tanto que transpiro começo a pensar: “seria eu a solução para a seca do Nordeste?”. Cara acha que vou procurar um médico, isso não é normal. Se eu visse a minha banda predileta (ah, Oficina, vocês são de mais) passando exatamente na minha frente neste momento, eu, no máximo, esboçaria um sorriso.
Amigo, você não está entendendo, a situação é caótica. Estou prestes a pedir arrego, mas não posso. Prometi para mim mesmo que lutarei e ganharei dessa força estranha que atua em meu corpo. Nunca consegui sentir tão bem onde fica o meu intestino grosso. Ele parece conversar comigo: “Ana, você está em minhas mãos”, e depois de dizer isso ele gargalha. Sua risada me causa reboliços.
Será que foi aquele suco estranho que tomei ontem depois da academia? A mais que eu tomei ontem? Será que foi aquele creme de galinha que comi hoje na cantina da faculdade? Não. Certeza que foi aquele bombom de chocolate que só aceitei por educação. Enfim, só sei que estou mal, muito mal. Tão mal que não consegui nem fazer um texto melhor do que este para postar no blog. Meus pêsames caros leitores, mas se vocês vissem minha situação de momento não reclamariam deste texto esdrúxulo. Aliás, esdrúxula é a situação em que me encontro.
Sabe aquele dia que você acorda disposto, que dá tudo certo e no final do dia você ainda acha uma nota de cinqüenta reais no chão? Então, nada disso aconteceu comigo, mas eu estou ruizona, á isso estou!
Aninhha. Leal...
Abraços

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