Estou com uma necessidade imensa e intensa de falar. Falar tudo, falar aquilo. Pela primeira vez me veio junto com essa vontade de falar uma angústia, uma bola no estômago, uma estranheza das grandes... Vou falar e depois vou ajeitando as beiradas. Sabe, não existe o assunto principal. Alias, até deve existir o principal de tudo que está aqui dentro, mas é tanta coisa que não consigo definir. Entende?
É só uma maneira de colocar você na minha fala.
Vida de adulto não é facíl! porque será que todos desejam chegar nela um dia e quando chega não gosta muito do que vê e prova? Uma vida cheia de conquista,está a porta, mas é preciso fazer muito para abrir essa porta e deixa que ela entre, tudo tem sido muito dificil, provações, frustações, provas de fogo, por um lado ou pelo outro tentamos pular etapas, asvezes a janela, mas tudo se torna mais complicado, sabemos reclamar muito bem, mas não sabemos nos esforçar o quanto é preciso, o caminho é longo e não existe uma carona, me disseram uma vez que o caminho se torna mais curto qunado se tem um amigo... e quando não se tem amigo? temos mesmo que ir vendo e provando de tudo que a caminhada nos oferece? mas tá tudo bem, vou indo e pensando no que devo fazer qunado chegar na primeira parada, não quero ter medo é só uma vida adulta, a famosa independência, ain, mas como é ruim, a independência para mim, mesmo a palavra soando beleza e liberdade, é chato viver 24 horas com ela.
Exatamente como uma borboleta que nasce indefesa em forma de lagarta, depois um casulo de proteção e enfim a liberdade. O problema é apenas um: pularam a fase do casulo.A independência não faz comida, não arruma a cama e não pega o controle remoto quando ele ta longe do alcance de suas mãos. Sem contar que ela não paga contas, não pode falar por você, te acorda cedo, não te dar tempo em muitas das vezes de fazer o que você gosta. Às vezes ela implora pra ter um cafuné ou um copo de leite na cama. Às vezes ela implora pra uma ligação pra perguntar se ta tudo bem?!
A vida é assim... É aprender a voar dói um pouco, mas, a borboleta nasceu.

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