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terça-feira, 18 de maio de 2010

Obrigada Sempre!

Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje. Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício. Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo. Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus. Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Tudo depende só de mim.

(Charles Chaplin)

Aninha.Leal...

Abraços!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Disfarçadamente

Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da platéia que sorria.

(Charles Chaplin)

Geomorfologicamente eu Nunca tinha lhe visto minha Princesa

Tarde de Sexta lá estava um monte de geografos analizando a Princesinha do Sertão do ponto alto da cidade, engraçado tanto que agente passa por aquele acidente geologico e não nos davamos conta de que poderiamos estudar um pouco de geomorfologia e conhecer um pouco mais do passado da nossa terra, no caminho de casa para a faculdade, mas foi muito legal ficar sabendo que aqui a bilhões de anos atrás onde não se tem nem praia já foi o fundo do mar, que por onde passamos o fundo do rio, é tanta coisa obvia, mas que provocou uma adimiração... Geografo é mesmo louco né?
todo mundo na praça em volta de pedras, analizando o quanto elas são antigas, pelo seu formato e tamanho. Observei que ao olhar para quase tudo em volta com um pouco de teória eu consigo ter uma melhor nota na proxima prova de geomorfologia e fazer por onde merecer está nesse soerguimento do relevo Caxiense, onde se encontra a Universidade Estadual do Maranhão - UEMA.

Aninhha.Leal...

Abraços!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Triste Situação

Sinto-me estranha, meio cansada, meio sem vontade de fazer nada.
aqui na frente do computador, mal tenho forças para atender um telefone que toca sem parar. Estou em um estado lamentável.
O tempo está quente, sei lá,e eu aqui, soando feito um São Bernardo no Deserto do Saara. Com o tanto que transpiro começo a pensar: “seria eu a solução para a seca do Nordeste?”. Cara acha que vou procurar um médico, isso não é normal. Se eu visse a minha banda predileta (ah, Oficina, vocês são de mais) passando exatamente na minha frente neste momento, eu, no máximo, esboçaria um sorriso.
Amigo, você não está entendendo, a situação é caótica. Estou prestes a pedir arrego, mas não posso. Prometi para mim mesmo que lutarei e ganharei dessa força estranha que atua em meu corpo. Nunca consegui sentir tão bem onde fica o meu intestino grosso. Ele parece conversar comigo: “Ana, você está em minhas mãos”, e depois de dizer isso ele gargalha. Sua risada me causa reboliços.
Será que foi aquele suco estranho que tomei ontem depois da academia? A mais que eu tomei ontem? Será que foi aquele creme de galinha que comi hoje na cantina da faculdade? Não. Certeza que foi aquele bombom de chocolate que só aceitei por educação. Enfim, só sei que estou mal, muito mal. Tão mal que não consegui nem fazer um texto melhor do que este para postar no blog. Meus pêsames caros leitores, mas se vocês vissem minha situação de momento não reclamariam deste texto esdrúxulo. Aliás, esdrúxula é a situação em que me encontro.
Sabe aquele dia que você acorda disposto, que dá tudo certo e no final do dia você ainda acha uma nota de cinqüenta reais no chão? Então, nada disso aconteceu comigo, mas eu estou ruizona, á isso estou!

Aninhha. Leal...

Abraços

Espelho

Se você olhar para mim vai conseguir enxergar muitas pequenas coisas. Enxergar coisas do tipo sabe lá, que eu tenho medo de ter filhos, mas q eu quero casar, gosto de um cenário shakespeariano. Você vai enxergar que eu quero ter sofás Verdes na minha sala de estar, e vários travesseiros em cima da minha cama. Você enxergará que assim como Franz Ferdinand, eu também acordo e penso: vou fazer alguém me amar hoje. Vai conseguir ver que quando assisto algum filme, enquanto as pessoas comentam sobre a história, eu reparo na iluminação do cenário, nos cortes, e na fotografia. Vai enxergar que gosto de qualquer música que tenha coro e estalos de dedos. Se você entrar no meu Orkut vai enxergar que eu tenho adoro fotos com amigos, que eu coleciono recados que, que eu apago scraps com animações, q não os mando pra ninguém, e vai enxergar que minhas comunidades podem me descrever bem mais do que eu possa imaginar. Se você entrar no meu quarto, vai enxergar que minha vida tumultuosa se espelha nas três paredes verdes que ele tem. Vai enxergar que, para mim, não é necessariamente uma regra guardar roupas no armário. E se você chegar a abri-lo, vai enxergar que eu gosto muito mais de verde do que pode imaginar. Se você abrir a minha bolsa, vai enxergar que eu tenho consciência ecológica, já que existem nela cerca de uns cem papeis de balas e afins. Isso fará você enxergar também que regime é uma coisa que sempre começo e só. Se uma noite, você chegar a se esconder debaixo da minha cama, vai vê que eu choro escutando músicas, e tenho mania de ficar lendo na cama até dormi, mas q antes disso passo horas olhando msg nos meus celulares, isso quando não ligo para alguns amigos. Vai enxergar também que não tenho preconceito musical, já que meu repertório não se faz por nomes de cantores, mas por letras de musicas, que gosto muitas das vezes de músicas melosas que causam nostalgia, quando eu dormi, vc pode olhar minhas coisas vai enxergar que existem alguns trechos de músicas rabiscados na minha agenda, Trechos como: “Love is strange, so real in the dark”, “A loucura é quase santidade”, “My face never show what is not real”, e que estes também podem me descrever, cada um a sua maneira. Se você chegar a me enxergar, vai perceber q eu ligo muito pouco, menos do que deveria para a minha estética vai enxergar que minhas pupilas dilatam quando me aproximo dele e que eu me apaixono todos os dias. E você vai enxergar que não importa onde eu esteja caso toque musicas q fazem parte da minha história, meus olhos se encherão de lágrimas. Talvez você até consiga enxergar meu estômago contorcendo de frio. Vai enxergar que dou gargalhadas altas, depois q percebo q não poderia fazer aquilo, mas o que tem? É normal ser louca às vezes e que tenho dentes afastados. Você vai enxergar também que vivo travando conflitos internos, mas sou um muito feliz.

Aninha.Leal...

Abraços!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

cReScEnDo...

Estou com uma necessidade imensa e intensa de falar. Falar tudo, falar aquilo. Pela primeira vez me veio junto com essa vontade de falar uma angústia, uma bola no estômago, uma estranheza das grandes... Vou falar e depois vou ajeitando as beiradas. Sabe, não existe o assunto principal. Alias, até deve existir o principal de tudo que está aqui dentro, mas é tanta coisa que não consigo definir. Entende?
É só uma maneira de colocar você na minha fala.
Vida de adulto não é facíl! porque será que todos desejam chegar nela um dia e quando chega não gosta muito do que vê e prova? Uma vida cheia de conquista,está a porta, mas é preciso fazer muito para abrir essa porta e deixa que ela entre, tudo tem sido muito dificil, provações, frustações, provas de fogo, por um lado ou pelo outro tentamos pular etapas, asvezes a janela, mas tudo se torna mais complicado, sabemos reclamar muito bem, mas não sabemos nos esforçar o quanto é preciso, o caminho é longo e não existe uma carona, me disseram uma vez que o caminho se torna mais curto qunado se tem um amigo... e quando não se tem amigo? temos mesmo que ir vendo e provando de tudo que a caminhada nos oferece? mas tá tudo bem, vou indo e pensando no que devo fazer qunado chegar na primeira parada, não quero ter medo é só uma vida adulta, a famosa independência, ain, mas como é ruim, a independência para mim, mesmo a palavra soando beleza e liberdade, é chato viver 24 horas com ela.
Exatamente como uma borboleta que nasce indefesa em forma de lagarta, depois um casulo de proteção e enfim a liberdade. O problema é apenas um: pularam a fase do casulo.A independência não faz comida, não arruma a cama e não pega o controle remoto quando ele ta longe do alcance de suas mãos. Sem contar que ela não paga contas, não pode falar por você, te acorda cedo, não te dar tempo em muitas das vezes de fazer o que você gosta. Às vezes ela implora pra ter um cafuné ou um copo de leite na cama. Às vezes ela implora pra uma ligação pra perguntar se ta tudo bem?!
A vida é assim... É aprender a voar dói um pouco, mas, a borboleta nasceu.

Carta Para Alguém Distante


Há tempo quero te escrever. Não mais uma dessas cartas cheias de metáforas. Nem mesmo dando ênfase na falta que você me faz. Não quero uma nova carta como as velhas cartas, trágicas e piegas - que por mais que fossem assim, me mostravam limpa e sem armas. Não vou me repetir com aqueles textos gordos e cheios de linhas. Escrever pra você sempre ia além da paixão, era amor às palavras. Encontrei-me apaixonada pela maneira como te escrevia sobre esse amor. Uma intensidade desmascarada do medo. Não sublinharei mais a importância de tudo. Porque dizendo pra você era como se estivesse mostrando para mim a sua importância e seu papel na minha vida. Quero te escrever por nós dois. O que penso sobre isso. Não retrocedendo o tempo e falando sobre nossos dias não vividos, esses já foram e nós os vivemos de alguma maneira. Quero falar dos meses, dos dias, das horas em que não estávamos juntos fisicamente, dos momentos em que eu meditei rindo, de tão sincera que foi a minha gargalhada, das músicas ouvidas e sentidas, dos livros lidos. Dos meus dias tristes, dos meus choros sinceros e das minhas preocupações com tarefas diárias. Te falar da minha nova vida, dos meus novos amigos e das semelhanças que eu encontro no meu dia a dia. Dias em que eu não compartilhei com você, porque você atuava em um cenário diferente do meu. Você na sua vida, vivendo seu roteiro e eu na minha. Dias distantes, mas nem por isso esquecidos. Eu e você. Torna-se difícil, porque falo de um amor que se transformou. Não é mais vivido como ele foi descoberto. Transformou-se porque o tempo se encarregou disso, porque permitimos após perceber que o nosso bem estar era apenas comodidade.
Quero te escrever para falar que descobrimos o equilíbrio entre nossas extremidades. E que estamos vivendo e existindo. E que a soma de nós dois, não passa de diferenças bem compreensíveis. E que podemos nos esquecer, mas nos apagarmos? Impossível. Vivemos, enfim!

Aninhha. Leal...

Abraços!